O nosso "amigo do povo", o Sócrates, veio "produzir" - como se diz agora nos media da moda - estas extraordinárias afirmações, perante uma vasta [sic] plateia de 200 empresários, em ralação [sic] às quais não resisto a fazer um pequeno resumo, que aviso desde já, poder chocar os últimos defensores da Democracia e seus ultrapassados princípios, do século passado, completamente fora de moda, como os do anarquismo, entre os quais me incluo...Pois este não-engenheiro sublinhou, na passada sexta-feira à noitinha - digo isto porque tenho ideia de se ter falado nos "ligeiros atrasos do PM", de cerca de uma hora, mais coisa menos coisa, aos compromissos públicos (garanto que não estou a "boatar", não lhe vá dar o ataque de me processar, que lhe dão logo razão os recursos tribunalícios, e esta também é arriscada...) - sublinhou, repito, o compromisso do governo dele e do PS em continuar a reduzir os custos administrativos das pobres das empresas, especialmente os decorrentes (chique, hã?, à la Sôcrâtes) da relação com o Estado: que eu, pessoalmente, abomino, como sabem os meus amigos e visitantes.
Para mais esclarecimentos, sugiro que leiam esta notícia, no Contracorrente, retirada do jornal Publico.pt. Daqui, julgo eu que ele vai ajudar o patronato a impor-se perante os reivindicativos trabalhadores, que têm a mania que querem emprego e que recusam a revisão do Código do Trabalho, os malandros. Vivaço, não é?
